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Prefeitura de Rio Branco orienta população sobre prevenção à criptococose e cuidados em ambientes com fezes de pombos

Secretaria Municipal de Saúde reforça que as aves não transmitem a doença diretamente e orienta cuidados durante a limpeza de locais com acúmulo de...

15/07/2026 às 18h21
Por: Redação Fonte: Prefeitura de Rio Branco - AC
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Foto: Reprodução/Prefeitura de Rio Branco - AC
Foto: Reprodução/Prefeitura de Rio Branco - AC

A Prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, orienta a população sobre as medidas de prevenção à criptococose, doença causada por fungos presentes no ambiente e que pode estar associada a locais com acúmulo de fezes de pombos.

A transmissão ocorre pela inalação de partículas do fungo suspensas no ar, principalmente quando as fezes contaminadas estão secas e são removidas de maneira inadequada. A Secretaria Municipal de Saúde esclarece, no entanto, que o pombo não transmite a doença diretamente às pessoas.

O coordenador da Área Técnica de Criptococose e Histoplasmose, Daniel Souza, explicou que essa é uma das principais dúvidas da população.

“Essa é uma dúvida muito comum. A criptococose é uma doença causada por um fungo que pode estar presente nas fezes de pombos acumuladas e ressecadas. Mas é importante esclarecer que o pombo não transmite a doença diretamente para as pessoas. O que acontece é que, quando as fezes secam e são varridas, elas podem liberar partículas no ar”, explicou.

“A criptococose não é transmitida diretamente pelo pombo. O risco ocorre quando fezes ressecadas liberam partículas no ar durante a limpeza”, explicou o Daniel. (Foto: Átilas Moura/Secom)
“A criptococose não é transmitida diretamente pelo pombo. O risco ocorre quando fezes ressecadas liberam partículas no ar durante a limpeza”, explicou o Daniel. (Foto: Átilas Moura/Secom)

Para reduzir os riscos durante a limpeza de locais com acúmulo de fezes de aves, a orientação é umedecer previamente o ambiente, utilizando água e água sanitária, além de equipamentos de proteção individual, como luvas e máscara. A varrição a seco deve ser evitada, pois pode espalhar as partículas pelo ar.

“Esses cuidados ajudam a evitar a dispersão das partículas e protegem a saúde de quem realiza a limpeza”, orientou Daniel.

Outra recomendação é não alimentar pombos em locais públicos. Segundo o coordenador, essa prática favorece a concentração das aves e, consequentemente, o acúmulo de fezes em determinados espaços.

“Não alimentar os pombos em locais públicos é uma medida importante, porque isso acaba aumentando a concentração das aves e, consequentemente, o acúmulo de fezes nesses locais”, destacou.

A criptococose pode provocar sintomas como febre, dor de cabeça, cansaço e outros sinais, além de evoluir para quadros mais graves, especialmente em pessoas com baixa imunidade. Por isso, diante de sintomas persistentes, a orientação é procurar atendimento em uma unidade de saúde para avaliação adequada.

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